BENGO: Chivukuvuku promete acabar com pobreza em 10 anos

O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, prometeu neste sábado, 19, na província do Bengo, acabar com a pobreza em apenas dois mandatos caso venha a assumir a liderança do país, defendendo igualmente a criação de empregos para a juventude com salários dignos e o acesso universal à educação e à saúde.


Por: Albino Azer

Chivukuvuku afirmou que o combate à pobreza será uma das principais prioridades do seu governo, numa estratégia que, segundo explicou, deverá ser acompanhada pela criação de oportunidades de trabalho para os jovens e pela melhoria das condições sociais das famílias, no Bengo. Mas para concretizar o propósito, segundo disse, o desafio passa por vencer as eleições gerais previstas para o próximo ano.

“Em todos municípios o PRA-JA tem que ganhar”, desafiou acrescentando que todo esforço que a formação política tem realizado em todo país é em benefício do povo. “Fazemos isso tudo por causa da pobreza do povo. Nós fazemos isso por causa da juventude que não tem emprego e se tem não é bem remunerada”, declarou Abel Chivukuvuku, presidente do PRA-JA.

Chivukuvuku defendeu ainda que Angola precisa de garantir emprego para a juventude, sublinhando que não basta criar postos de trabalho, sendo necessário assegurar uma remuneração compatível com as necessidades dos trabalhadores.

“Nós o PRA-JA vamos vos pedir 10 anos para em dois mandatos resolver o problema da pobreza, desemprego, ensino de qualidade, saúde de qualidade. Esse é o meu compromisso convosco”, contou acrescentando que: “em 2027 não vão nos aguentar”.

Abel Chivukuvuku fez essas declarações diante dos comerciantes do mercado do Okawango, local que acolheu o programa sabatino 7/7 cujo propósito é Ver Ouvir e Partilhar os principais problemas da população.

Por sua vez o vice-presidente do PRA-JA para acção política, Xavier Jaime, disse que o partido tem um programa de governação de 14 pontos o qual está a ser estudado minuciosamente para em dez anos resolver todos os problemas.

“Aqueles que não conseguiram resolver em 50 anos o problema é deles, nós acreditamos que vamos conseguir”, resumiu.

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