“Bati o dinheiro na parede e agora estou a ver navios”
A expressão “bater o dinheiro na parede” ganhou grande destaque nas últimas duas semanas de dezembro-2025. Entretanto, o real sentido que os utilizadores procuravam transmitir é o de que “o dinheiro foi gasto” em coisas insignificantes.
Por: Albino Azer
Em virtude das festas “Natal e Ano Novo” as empresas pagam mais cedo os salários do mês de dezembro para permitir que os trabalhadores tenham uma quadra festiva bem mais organizada, mas a gestão dos trabalhadores tem sido pouco eficiente, facto que, concorre para diabolização do “coitado” mês de janeiro.
Mas como fui capaz de “bater o dinheiro na parede” e agora, como diz o presidente do MEA, Francisco Victoriano Teixeira, numas das entrevistas “estou a ver navios”, mas como fui capaz?
Como mudar o quadro? aliás, todos os dias ouvimos: janeiro é mês da fome. É mesmo? se é, por que não aprendo com os erros do passado e dos outros que há anos vêm batendo o dinheiro na parede motivados pelas festas de fim de ano?
É negligência? falta de educação financeira? só pode, porque antes e durante o mês 12 do ano findo, em vários meios da Comunicação Social os economistas e várias figuras abalizadas em matérias da educação financeira alertaram para maior poupança — esse discurso parece que entrou dum e saiu doutro lado.
“Até o PI também noticiou”
Mas é agora que tenho que arcar com as consequências da minha negligência — pelo menos assim será uma óptima lição no próximo dezembro. O mais duro é que o janeiro tem 5 semanas! há quem reze que o mês acabe já — está literalmente enganado — ainda falta bueeeee. Faltam três semanas bem batidas.
Quem como eu também bateu o dinheiro na parede?
Eu sou o Jovem Comum com Função Incomum — AA
