Chefe de Estado envia condolências ao Rei Felipe VI e Daniel Chapo: pela colisão de comboio na Espanha e cheia em Moçambique

Presidente da República de Angola, apresentou hoje profundas condolências a Sua Majestade Rei Felipe VI, na sequência da tragédia que enlutou a nação espanhola. Igualmente João Lourenço, enviou esta terça-feira, 20 de Janeiro, uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo moçambicano, Daniel Francisco Chapo, na sequência da calamidade natural que afecta Moçambique e que já provocou pelo menos 112 mortos.


A mensagem de pesar surge após a colisão de dois comboios de alta velocidade ocorrido em Espanha, que provocou a morte de 41 pessoas e deixou várias outras feridas.

Na comunicação dirigida ao Soberano espanhol, o Chefe de Estado angolano manifestou solidariedade ao povo espanhol e estendeu os seus sentimentos de pesar às famílias das vítimas, desejando rápidas melhoras aos feridos.

O Governo espanhol decretou três dias de luto nacional, entre terça e quinta-feira. O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, deslocou-se ao local do acidente na segunda-feira, após cancelar a viagem à cimeira de Davos e um encontro agendado com o líder do Partido Popular – PP, Alberto Núñez Feijóo.

Sánchez prometeu tornar públicas, “com transparência e clareza”, as conclusões da investigação, classificando o acidente como “uma tragédia” que deixa “dor em toda a Espanha”.

Na mensagem, João Lourenço manifesta profunda preocupação com os efeitos das intempéries que têm assolado aquele país irmão, sublinhando as graves consequências em termos de perda de vidas humanas e de prejuízos materiais significativos.

O Chefe de Estado angolano exprime igualmente os seus sentimentos de pesar e solidariedade às famílias enlutadas e a todo o povo moçambicano, vítima desta tragédia natural.

Não obstante a dimensão da calamidade, João Lourenço afirma confiar que, graças ao espírito de resiliência que caracteriza o povo moçambicano, será possível “ultrapassar este momento de adversidade, avançando com determinação no processo de recuperação e reconstrução das áreas e localidades afectadas”.

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