Jurista questiona fontes de receitas de activistas e recebe resposta do visado

Num debate que abordou a “emergência no surgimento de movimentos e partidos políticos antes das eleições gerais-2027” o jurista e militante do MPLA, partido que governa o país, questionou a fonte de receitas de activistas que exibem viaturas “top de gama” mesmo sem um emprego de facto.

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No debate Primeiro Impacto, emitido no domingo, 12 de abril, António Cahebo, que entende que o surgimento de novos movimentos e partidos políticos em fases eleitorais representa um sinal claro de que Angola é um Estado Democrático e de Direito afirma que os líderes dos movimentos Cívicos usam o sofrimento do povo como subterfúgio para granjear posição no parlamento, fazendo jus ao maior partido na oposição.

“dizem ser activistas, vivem em melhores condomínios, não trabalham, mas exibem viaturas top de gama, onde tiram esses bens?”questionou o Jurista e militante do MPLA, António Cahebo.

 

Por seu lado, o Activista e Secretário-Geral da M-BAIA Alexandre Barros, a emergência no surgimento de movimentos e partidos políticos antes das eleições gerais é uma medida estratégica do partido que governa para a dispersão de votos.

Alexandre Barros que não concorda com a narrativa de Cahebo e aponta dedo aos políticos do partido Estado que, segundo diz, dilapidam o erário público.

“num país onde as pessoas com menos de 60 anos, chamados para dirigir um ministério e em menos de 1 ano têm mais dinheiro que o ministério a que dirigem, você não podes questionar como é que um líder revolucionário está sobreviver” diz o activista Alexandre Barros durante a sua participação no debate Primeiro Impacto deste domingo, programa que abordou a emergência no surgimento de movimentos e partidos políticos antes das eleições gerais-2027.

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