Líder do Partido Liberal em Luanda defende valorização das famílias angolanas

O Partido Liberal no quadro na estratégia da sua governação defende a valorização da família como pilar de qualquer sociedade. Em entrevista ao Primeiro Impacto, o Secretário Provincial do Partido Liberal em Luanda, Tomás Paulo, apontou várias formas de como o seu partido vai governar o país.


Por: Albino Azer

Uma das linhas apresentadas pelo jovem político sublinhou que a sua organização política (PL) coloca a família no centro das atenções. Tomás Paulo que quer conquistar Luanda, a maior praça eleitoral, defende que o bem-estar das famílias não pode ser adiado.

“De nada nos adianta termos aqui milhares de centralidades, de nada nos adianta termos uma série de obras que têm estado a ser feitas um pouco por todo país se o fim não for directamente, para beneficiar a família”, defendeu, acrescentando que o Partido Liberal tem a família como algo indiscutível. “Não se pode discutir quando se trata de resolver o problema das famílias”, disse. Tomás acrescentou: “a família é para agir já. As famílias angolanas estão a viver muito mal, estão a empobrecer”, referiu.

Por outro lado, Tomás Paulo esclareceu que o Partido Liberal não tem a natureza de ataques a outras forças políticas, explicando que o Liberal pauta pela Sá convivência e nunca pelos insultos a outros partidos na oposição. O dirigente referiu-se aos recentes discursos musculados proferidos pelos militantes daquele partido contra as de mais organizações políticas.

“o Partido Liberal não surgiu para fazer oposição a outros partidos da oposição”, explicou.

Tomás Pedro Cristovão Paulo é um jovem angolano de 39 anos, natural na província de Malanje, filho de Pedro Paulo e de Domingas Joaquim Cristovão.

Já ocupou posições de destaques no maior partido na oposição (UNITA) onde começou em a vida política activa.

Actualmente, Tomás Paulo é Secretário Provincial do Partido Liberal, em Luanda.

Refira-se que o Partido Liberal liderado por Luis de Castro, foi legalizado pelo Tribunal Constitucional de Angola em fevereiro deste ano (2025).

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