Partido Liberal: Daniel Pereira defende requalificação da orla marítima de Cacuaco

O Vice-presidente do Partido Liberal Daniel Pereira, defendeu o projeto de requalificação da orla-marítima do centro da Vila de Cacuaco, e afirmou caso o seu partido vença as eleições gerais agendada para 2027, será como uma das prioridades do seu governo.


Por: Redação

A declaração foi dada no sábado(22), em Cacuaco durante uma marcha promovida pelo Partido Liberal. O politico explicou que a escolha do município mais ao Norte de Luanda, deve-se, por razoes históricas.Segundo Daniel Pereira, o município de Cacuaco, no tempo colonial foi uma das principais joias de Luanda e o município que representava o celeiro da província de Luanda, quer do ponto de vista de produção agrícolas, na industria e na pecuária.

Para o dirigente partidário, Cacuaco oferecia uma zona turística e atrativa a nível da Capital, e infelizmente, hoje Cacuaco representa uma pobreza extrema e um crescimento de pobreza vertiginosa, bem como degradada, tanto do ponto de vista de saneamento básico e como em alguns sectores sociais(educação e saúde).

Na sua visão, não se admite que um município como Cacuaco, com uma população aproximadamente dois milhões de habitante, tenha três hospitais de referencias e algumas escolas.

O jovem politico entende que atual governo, continua a subalternizar os cidadãos de Cacuaco.

Daniel Pereira, o numero dois do partido Liberal, afirmou que vão apresentar uma alternativa diferente do município de Cacuaco em 2027, caso a formação politico que dirige vença as eleições gerais.

“requalificando a Orla marática de Cacuaco e apoiar as iniciativas económicas do empresariado local”, frisou.

Segundo Daniel Pereira, o partido liberal defende a diminuição da carga fiscal e tributaria em todo país, para fomentar a iniciativa individual do empresariado e absolver maior numero de jovens ao acesso ao primeiro emprego.

O também acadêmico, diz que não é possível combater a fome e a pobreza, quando não se tem o sector que produz, assim, de igual modo, não possível criar maior número de emprego, quando não se não tem empresas, e as que existem estão a fechar por irresponsabilidade do proponente da carga fiscal.

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