Presidente da República felicita Forças Armadas Angolanas pelo Dia da Libertação da África Austral

O Chefe de Estado, João Lourenço, felicitou, hoje, as Forças Armadas Angolanas, que com elevado sentido de patriotismo e profunda reverência mantêm a chama acesa do dia 23 de Março de 1988, consagrado como o Dia da Libertação da África Austral, uma data de inestimável significado histórico para os povos da região.


Eis a mensagem na íntegra:
“Ao celebramos hoje, 23 de Março o 38° Aniversário da Batalha do Cuito Cuanavale, que marca o fim do regime do Apartheid e a consolidação da paz na Região Austral, honramos os combatentes da liberdade, da paz e do desenvolvimento continental.
Por esta razão, em nome do povo angolano e no meu próprio, felicito e saúdo as Forças Armadas Angolanas, que com elevado sentido de patriotismo e profunda reverência, mantém a chama do dia 23 de Março de 1988, consagrado como o Dia da Libertação da África Austral, uma data de inestimável significado histórico para os povos da região.
Esta efeméride simboliza a coragem, a bravura, a resistência e a determinação do povo angolano e dos povos do continente africano na luta contra a opressão colonial, o Apartheid e todas as formas de dominação estrangeira.
Neste dia em que celebramos o fim de longos cinco meses da Batalha do Cuito Cuanavale, Angola destaca o papel desempenhado pelas Forças Armadas Revolucionárias de Cuba sob a firme liderança do seu Comandante-Em-Chefe, Fidel Castro Ruz.
Neste dia, rendemos profunda homenagem aos heróis e heroínas que, com sacrifício supremo, contribuíram para a conquista da liberdade, da dignidade e da autodeterminação dos povos da África Austral.
O legado dos heróicos combatentes da Batalha do Cuito Cuanavale permanece vivo como fonte de inspiração para as gerações presentes e futuras, reafirmando o firme compromisso com a preservação da paz, da unidade e da soberania dos Estados da região Austral.
A celebração desta data deve igualmente servir como momento de reflexão sobre os desafios actuais, incentivando o reforço das instituições democráticas, a promoção da justiça social e a consolidação da estabilidade política, na construção de um futuro assente na liberdade, na igualdade e no progresso colectivo.

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