Chivukuvuku “instaura uma acção judicial” contra Adriano Sapiñala para repor a verdade e limpar nome de Abel

O Partido Político PRA-JA SERVIR ANGOLA tomou conhecimento das declarações do cidadão Adriano Abel Sapinãla, circunstancialmente deputado à Assembleia Nacional pela Bancada Parlamentar da UNITA, proferidas publicamente, cuja natureza é atentatória ao bom nome e à imagem do seu Presidente, o cidadão Abel Epalanga Chivukuvuku.

O PRA-JA SERVIR ANGOLA manifesta, por meio desta, o seu mais veemente repúdio às referidas declarações, as quais, além de infelizes, revelam um comportamento político desprovido de elevação, responsabilidade e sentido de Estado, atentando contra os princípios do pluralismo democrático, da convivência política saudável e do respeito mútuo entre forças partidárias.
Atendendo à forma como tais declarações foram proferidas e à sua ampla disseminação em vídeo nas redes sociais, não restam dúvidas de que o cidadão Adriano Abel Sapinala agiu de má-fé, com linguagem de ataque pessoal, ódio declarado e premeditação, contribuindo para o agravamento da tensão política e para o empobrecimento do discurso público nacional.
O Partido entende que este tipo de posicionamento não contribui para o fortalecimento da democracia nem para a elevação do debate político em Angola, desviando o foco das reais preocupações dos cidadãos e fragilizando a confiança nas instituições.
É particularmente preocupante que tais declarações partam de um responsável com funções parlamentares e partidárias a nível provincial, de quem se exige maior sentido de responsabilidade, moderação e compromisso com a ética política.
Nestes termos, o Partido comunica à opinião pública nacional e internacional que o cidadão Abel Epalanga Chivukuvuku instruiu o seu advogado a intentar a correspondente acção judicial contra o cidadão Adriano Abel Sapinãla, visando a reposição da verdade, a defesa do bom nome e a salvaguarda da dignidade da pessoa humana.
O PRA-JA SERVIR ANGOLA reafirma que a política deve ser um espaço de construção de soluções, de respeito pelas diferenças e de confronto de ideias, e não um palco de ataques pessoais ou de instrumentalização de figuras políticas para ganhos conjunturais.
Reitera, igualmente, o seu compromisso com uma política baseada no respeito, no diálogo construtivo e na defesa intransigente dos interesses do povo angolano.

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