PRA-JA assinala dois anos como partido e diz que não quer limitar-se ao papel de força de oposição
O PRA-JA Servir Angola assinalou, na quarta-feira, 7 de Outubro de 2026, dois anos da sua legalização como partido político pelo Tribunal Constitucional, aproveitando a data para reafirmar a intenção de disputar o poder nas eleições gerais de 2027.
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Por: redação
Num comunicado enviado à nossa redação por ocasião do segundo aniversário da sua legalização, a formação política estabelece a meta de “ser Governo ou parte do Governo em 2027”.
O partido liderado por Abel Chivukuvuku afirma ter utilizado os dois anos de existência legal para consolidar as suas estruturas, ampliar a presença no território nacional e reforçar a ligação com os cidadãos.
Longe de assumir-se apenas como uma força de protesto, o PRA-JA diz querer transformar-se numa alternativa de poder, capaz de conquistar responsabilidades governativas e responder aos principais problemas que afectam os angolanos.
A juventude, as desigualdades sociais, a falta de oportunidades e a necessidade de aproximar o Estado dos cidadãos estão entre as prioridades apresentadas pelo partido, que defende uma mudança na forma de governar Angola.
“A legalização foi uma vitória. A governação será o próximo desafio”, lê-se no comunicado.
No documento, o PRA-JA garante ainda estar “organizado, preparado e determinado” para a disputa política de 2027, apelando à mobilização dos seus militantes, dirigentes, quadros e simpatizantes.
A formação política considera que o aniversário de dois anos representa não apenas uma celebração, mas o início de uma nova etapa, agora marcada pela preparação para as próximas eleições gerais.
