Analistas enaltecem iniciativa do governo em disponibilizar 30 mil milhões de kwanzas para empresas afectadas durante inundação em Benguela
Os participantes ao “Debate Primeiro Impacto” enaltecem a iniciativa do governo em disponibilizar cerca de 30 mil milhões de kwanzas para empresas que foram afectadas durante a inundação na província de Benguela. Recorde-se que a decisão foi tomada durante a primeira reunião extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, orientada recentemente pelo Presidente da República, João Lourenço.
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Por: redação
Na visão de João Lucombo, político da UNITA, a medida do Governo é eficiente, pois poderá permitir que as empresas retornem ao normal funcionamento garantindo, deste modo, os postos de trabalho dos empregados.
“A medida e fundamental, vai permitir que com as empresas afetadas retomem as suas actividades e com isso fazer a manutenção de emprego garantir a produção, e no caso, garantir a cesta básica alimentar”, sublinou João Lucombo político da UNITA.
Antonio Cahebo, jurista e político do MPLA afirma que iniciativas do gênero caracterizam o Executivo suportado pelo partido dos camaradas.
“A oposição levantou esta questão de como é que será agora as famílias, os empresários e onde e que estarão e o governo vai dando respostas”, destaca António Cahebo.
Já para Paulo Garcia, Coordenador-Geral do Partido Democrático Unido (PDU) a fiscalização rigorosa é necesária para se aferir o destino dos valores alocados pelo Governo. “que estes valores sejam bem destinados e, é importante que o Estado apresente também aqui uma gestão transparente sobre esta questão porque as pessoas têm de questionar, têm de criticar, de fiscalizar o que é muito normal e todos nós, a sociedade estão ávidas de ver então a situação de Benguela a ser devidamente solucionada”, realçou o Coordenador-Geral do projecto político Partido Democrático Unido.
