SEQUELE: Montanhas de lixo invandem edifícios sob silêncio da Administração local

A ausência de recipientes para resíduos sólidos há mais de duas semanas transformou as ruas da Centralidade do Sequele, no Icolo e Bengo, em autênticos aterros sanitários a céu aberto.

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Por: redação

Nos últimos 15 dias, o cenário de organização deu lugar a montanhas de lixo acumulado nos locais onde anteriormente existiam contentores de recolha.

 

Segundo relatos colhidos pela repórter (estagiaria) Albertina Capalandanda junto aos residentes, a situação agravou-se após a empresa responsável pela limpeza urbana ter retirado os equipamentos de deposição das vias públicas. A medida, de acordo com as fontes locais, terá sido uma resposta directa ao incumprimento contractual por parte das autoridades governamentais.

 

Sem locais apropriados para o depósito, o lixo está a ser depositado directamente no chão, atraindo insectos, roedores e exalando cheiro nauseabundo. Os munícipes temem que o excesso do lixo venha desencadear surtos de doenças como a malária e a cólera, especialmente num período de chuva.

O Primeiro Impacto tentou o contacto com a administração municipal do Sequele, mas sem sucesso.

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